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Reduza custos com a locação de smartphone para tecnologia da informação

A locação de smartphone se torna imprescindível porque o TI vive no ritmo da urgência.

Um dia a missão é ativar uma equipe de implantação em outro estado, no outro é montar um device lab para homologar um app interno.

Entre projetos, pilotos, picos sazonais e operações de campo, manter um parque próprio de celulares pode pesar no orçamento e travar a agilidade.

É por isso que a locação de smartphone entra como alavanca de eficiência. Você paga pelo uso, padroniza a experiência e reduz o tempo até produtividade, sem transformar o time de TI em gestor de estoque.

locação de smartphone com uniir

Por que a locação de smartphone reduz custos em TI?

Controlar gastos em TI não é apenas negociar preço. É desenhar um modelo que diminui o custo total de propriedade, evita ociosidade e reduz retrabalho. A locação de smartphone atua justamente nessas frentes.

Principais fontes de economia:

  • Capex vira Opex: você substitui imobilização em hardware por contratação por período.
  • Cobertura por demanda real: dimensiona lotes de acordo com projetos e picos sazonais.
  • Padronização de imagem: menos chamados por configuração divergente e menos tempo gasto em setup.
  • Governança centralizada via MDM: controle de apps, políticas e inventário sem corre-corre manual.
  • Logística orquestrada: envio, troca e devolução com processo claro reduz perdas e tempo parado.
  • Reposição ágil: estoque tampão e trocas rápidas evitam interrupções em campo.

Em resumo, você gasta com o que usa e reduz o atrito operacional que consome horas do time de TI.

Quando a locação de smartphone faz mais sentido para TI

Nem todo caso pede locação de smartphone, mas há cenários onde ela é clara.

Picos de projetos e sazonalidade

Implantações, campanhas, inventários, pesquisas e feiras criam janelas de alta demanda por alguns dias ou semanas. Comprar para usar pouco é jogar dinheiro fora. A locação atende o pico e devolve o parque ao final.

Pilotos, PoCs e rollouts por ondas

Testes controlados exigem lote padronizado, telemetria e possibilidade de ajuste rápido. Com a locação de smartphone, você amplia ou reduz com mais previsibilidade.

Device lab e QA distribuído

Quando há times remotos em várias cidades, a locação de smartphone padroniza o setup e simplifica a logística de envio e troca.

Equipes externas e field service

Times de campo precisam de aparelhos configurados, resistentes e com plano de contingência offline. A locação de smartphone organiza o ciclo de vida e reduz indisponibilidade.

Substituição temporária

Quebra, roubo, manutenção e onboarding criam demandas pontuais. A locação de smartphone supre a lacuna sem inflar o estoque fixo.

TCO: comparando compra com locação de smartphone

O preço do aparelho é apenas uma parcela do custo total. Para enxergar o TCO, considere:

  • Aquisição e depreciação.
  • Tempo de configuração por aparelho.
  • MDM e licenças.
  • Acessórios e substituições.
  • Logística de envio, troca e devolução.
  • Seguro, perdas e roubo.
  • Ociosidade entre projetos.
  • Sanitização de dados e descarte.

Na locação de smartphone, parte significativa desses itens está embutida no serviço e concentrada no período de uso. O resultado é previsibilidade e menor desperdício em picos e operações temporárias.

O papel da imagem corporativa: ligar e trabalhar

A imagem corporativa é o coração da eficiência. Ela define como o smartphone chega ao usuário e o que ele consegue fazer nos primeiros minutos.

O que incluir na imagem

  • Sistema atualizado com patches de segurança vigentes.
  • Catálogo de apps por perfil, já homologados e com versões fixas.
  • Certificados e VPN, quando necessário.
  • Atalhos essenciais na tela inicial, reduzindo cliques.
  • Ferramentas de diagnóstico para logs, captura de tela e testes de conectividade.
  • Manual de 5 minutos com prints do primeiro acesso, inclusive offline.
  • Script de restauração para retornar o device ao estado básico em minutos.

A imagem sólida reduz chamados, acelera onboarding e dá previsibilidade à operação.

Governança em MDM: segurança que destrava, não que trava

MDM é a camada que mantém o parque sob controle sem sufocar o usuário.

Políticas práticas que fazem diferença

  • Criptografia ativada por padrão e bloqueio com biometria.
  • Inventário em tempo real para ver status, versão de app e compliance.
  • Lista de apps permitidos e versões fixas por projeto.
  • Wipe remoto e lost mode para incidentes.
  • Janelas de atualização fora de períodos críticos.

Modelos de posse

  • COBO: aparelho 100 por cento corporativo. Ótimo para campo, eventos e QA.
  • COPE: corporativo com uso pessoal limitado. Pode ser útil em equipes fixas.

Quanto mais previsível a governança, menos tickets de “não funciona aqui”.

Identidade e acesso: simples e seguro

Acesso deve ser claro e consistente.

Boas práticas de identidade

  • SSO com grupos por função.
  • MFA para apps sensíveis.
  • Menor privilégio, evitando permissões amplas.
  • Revogação programada ao fim do contrato ou projeto.

Essa base evita portas abertas e reduz risco de vazamento.

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Conectividade e operação offline: não dependa da sorte

Redes falham, elevadores viram gaiolas de Faraday, porões têm sinal fraco. Sua operação não pode desabar. Planeje em camadas.

  • Plano A: Wi-Fi local do cliente ou sede.
  • Plano B: dados móveis corporativos com cobertura validada.
  • Plano C: modo offline com fila local, confirmação visual e sincronização por lotes.
  • Hotspots e rotas de redundância para áreas críticas.
  • APN corporativa quando políticas exigirem.
  • VPN para acesso a recursos internos, preferencialmente com split tunneling.

Especifique limites de upload, compressão de mídia, reenvio automático e alertas de falha. O objetivo é estabilidade.

LGPD, privacidade e dados sensíveis

Reduzir custos sem descuidar de conformidade é obrigatório.

  • Coleta mínima de dados pessoais.
  • Separação de ambientes para não misturar apps e contas pessoais.
  • Criptografia em trânsito e repouso.
  • Retenção curta de registros em device.
  • Treinamento objetivo sobre uso aceitável e reporte de incidentes.
  • Relatórios de sanitização após devolução.

Políticas simples e claras funcionam melhor do que longos documentos que ninguém lê.

Perfis por função: menos fricção, mais produtividade

Criar perfis reduz variação e acelera cada time.

Perfil implantação e field service

Build estável, apps de checklist, VPN, coleta de evidências, manual offline e leitura de QR.

Perfil inventário e auditoria

Leitor de códigos, integração com planilhas ou ERP, câmera otimizada e modo offline para rotas.

Perfil pesquisa e coleta de dados

App de formulário, cache local, compressão de mídia, sincronização assistida e guia rápido.

Perfil eventos e credenciamento

App de check-in, leitura de QR, relatório de fila, conectividade redundante e hotspot.

Perfil QA e device lab

Ferramentas de teste e profiling, múltiplas builds, logging estruturado e coleta rápida de evidências.

Todos compartilham base de segurança, mudando apenas a ergonomia e os aplicativos.

Logística ponta a ponta: do pedido à devolução

Antes do envio

  • Reserva de lotes por perfil e por praça.
  • Teste da imagem em modelos reais.
  • Checklist de acessórios e etiquetas de identificação.
  • Termo de uso simples e objetivo.

Durante a operação

  • Estoque tampão para trocas imediatas.
  • Canal de suporte com SLA definido.
  • Telemetria para monitorar app, bateria e conectividade.
  • Auditoria leve de uso aceitável.

No retorno

  • Coleta com conferência por etiqueta.
  • Wipe e sanitização com relatório.
  • Revisão de lições aprendidas para próxima onda.

A logística bem orquestrada evita surpresas e mantém a TI focada no que importa.

KPIs e SLAs que mostram economia de verdade

Operacionais

  • Tempo até produtividade por perfil.
  • Chamados por lote e tempo de solução.
  • Uptime do app e taxa de reenvio de dados.
  • Percentual de devices em compliance no MDM.

Qualidade

  • Crash rate por versão.
  • Performance média em telas críticas.
  • Cobertura de testes versus device matrix.
  • Completude de checklists no campo.

Financeiros

  • Custo por usuário ativo no período.
  • Custo por projeto comparado a compra.
  • Horas economizadas em setup e suporte.
  • Perdas evitadas por processo de logística e inventário.

SLAs úteis

  • Troca de device crítico em X horas na mesma cidade.
  • Janela de update fora da operação de campo.
  • Sanitização e relatório de devolução em D+1.

Métricas sem dono não mudam a realidade. Atribua responsáveis e cadência de revisão.

Erros que aumentam custos sem você perceber

  • Depender apenas do Wi-Fi local, sem plano B de dados.
  • Atualizar build crítica no meio da operação, sem piloto.
  • Variar a imagem entre times, gerando inconsistência e suporte.
  • Subestimar a operação offline em áreas de sombra.
  • Esquecer o manual de 5 minutos.
  • Não reservar estoque tampão para trocas imediatas.
  • Ignorar telemetria e logs para entender falhas.
  • Tratar LGPD como burocracia e não como proteção do próprio projeto.

Transforme essa lista em um checklist interno. Evita desperdício e dores de cabeça.

Como calcular o impacto financeiro em três passos

  1. Mapeie o uso real: quantidade de devices por perfil, por praça e por período.
  2. Liste custos ocultos da compra: horas de setup, logística, perdas, depreciação e ociosidade.
  3. Simule cenários de locação: igualando perfis, SLAs e janelas de uso.

Compare os cenários com base em custo por usuário produtivo. A decisão fica mais clara.

Segurança prática para dispositivos corporativos

Controles rápidos que funcionam:

  • Bloqueio com biometria e exigência de senha forte.
  • Política de tela com tempo curto para bloqueio.
  • Apps de origem controlada e ausência de lojas paralelas.
  • VPN quando necessário, com split para não derrubar a experiência.
  • Wipe remoto e localização em caso de perda ou roubo.
  • Relatórios de compliance

Segurança enxuta mantém aderência e não vira inimiga da produtividade.

Observabilidade e suporte: ver para agir

Sem visibilidade, o suporte trabalha às cegas. Crie um pequeno painel que responda:

  • Versão de app em cada device e lote.
  • Percentual em compliance de MDM.
  • Falhas de upload e latência média por praça.
  • Crash rate por versão.
  • Abertura e fechamento de chamados por dia.

Com esses dados, TI antecipa problemas e toma decisões informadas.

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Como a Uniir se encaixa nesse cenário

A Uniir atua com locação corporativa de dispositivos para empresas. Em situações como as descritas aqui, a locação de smartphone pode ser estruturada com imagem padronizada, MDM, conectividade adequada, logística de envio, troca e devolução, além de acompanhamento por indicadores.

A proposta é acelerar o tempo até produtividade e reduzir atrito operacional, mantendo previsibilidade para TI.

Se sua operação precisa de um lote padronizado para um projeto, piloto ou pico sazonal, entre em contato com a Uniir para avaliar uma configuração que faça sentido para o seu time e seus prazos.

FAQ — dúvidas comuns sobre locação de smartphone em TI

1) A locação de smartphone é sempre mais barata que comprar?
Depende do uso. Em operações contínuas e estáveis por muitos anos, a compra pode se equilibrar. Em picos, pilotos e frentes sazonais, a locação tende a reduzir o TCO por evitar ociosidade e custos ocultos.

2) Como garantir que o usuário não altere a configuração?
 Com MDM, catálogo de apps controlado e perfil por função. Bloqueios de instalação, restrições simples e auditoria leve preservam a imagem sem engessar a operação.

3) E se não houver internet no local de trabalho?
 Planeje modo offline com fila local e sincronização por lotes. Inclua testes de conectividade e use hotspots de contingência. O importante é não depender de uma única rede.

4) Como tratar LGPD na locação?
 Adote minimização de dados, criptografia, separação de ambientes e retenção curta. Faça sanitização com relatório ao devolver os aparelhos. Treinos rápidos ajudam na cultura de proteção.

5) Vale misturar devices próprios com locados?
 Sim, desde que a imagem e as políticas sejam coerentes. O foco é padronização, rastreabilidade e governança para reduzir chamados e retrabalho.

Locação de smartphone: menos estoque, mais entrega

Quando a TI abandona o papel de “guardião de gaveta” e passa a operar com locação de smartphone, a empresa ganha fôlego. Você reduz o peso do hardware, padroniza a experiência, encurta o tempo até produtividade e mede tudo por indicadores simples.

O resultado é uma TI mais leve, previsível e focada em entregar valor para quem precisa trabalhar agora.